Disperso ao chão
Percebo a terra paralela
Cada pedaço (meu) (eu) a flutuar
Ilha intocável, minha utopia...
Cada quatro direções, o infinito.
Ao olhar, o meu perder.
Vento minucioso com sua covarde piedade
Que cabe na minha falta de integridade
Recusa-se a me espalhar
Injúria!
Ingrata natureza, por mim admirada
faz questão de manter
Nessa pós-vida, não tão diversa
Vossas preces parecem não saber nadar
O gosto do meu inverno, é o prorrogar...
Parte de Um Todo.
terça-feira, junho 24
Postado por Igor;20 às 20:15
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9 comentários:
Além de provar ao blogger que você é superior, até que deu um belo show de viagem interna.
adorei o uso das palavras.
viva!
eu quero minha peia :)
Maravilha...
Legal.
Esses poemas tão ficando cabeça demais.
o_O²³
eu que não voltava aqui faz tempo e assustei!
MUITO BOM, CARA
Por que você recebe tantos comentários?
INVEJA *.*
Mudou o Layout
Igooorrr
:D
amigo meu.. poxa poesia linda.. tu escreves muito bem.. parabens..
adoroc
beijaoo
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